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A ``Parmetal DTVM`` é uma instituição financeira autorizada pelo Banco Central do Brasil (Bacen) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e é especializada na negociação de ouro ativo financeiro, sua principal atividade.

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Bolsas Recuam depois do Acordo da Opep e “Efeito Trump”

2 de dezembro de 2016
Por: Haramoto da Investing.com  Publicada: (02.12.2016 08:09) ÁSIA: Os principais mercados asiáticos fecharam em queda nesta sexta-feira, após euforia pós-acordo da OPEP perder força, enquanto o dólar fez uma pausa e com investidores aguardando o relatório de empregos dos EUA. Globalmente, o “rali Trump” está começando a perder força e começa a afetar outros mercados após otimismo exagerado após eleição americana sob a égide de que o governo republicano vai cortar impostos e impulsionar gastos em infraestrutura e alguns esperam que isso provoque um crescimento e inflação. Na Austrália, o ASX 200 fechou em queda de 1,02%, arrastado por uma queda generalizada em todo o índice. Entre as mineradoras, BHP Billiton caiu 2,2%, Fortescue recuou 2,7% e Rio Tinto (LON:RIO) perdeu 1,2%.​ As vendas no varejo de outubro da Austrália subiu 0,5% em relação ao mês anterior, o terceiro mês consecutivo de ganhos. Uma pesquisa da Reuters esperava uma alta de 0,3% nas vendas. O Nikkei do Japão terminou em baixa de 0,47%, após o índice chegar próximo do recorde do ano na quinta-feira, ​pesada por pela força iene, uma vez que torna as exportações japonesas mais caros e corrói os lucros no exterior quando repatriados. O iene foi negociado a 114,07 em relação ao dólar, ante 113,54 do dia anterior. O sul-coreano Kospi fechou 0,66% menor. A revisão do PIB do terceiro trimestre da Coréia do Sul ficou em 0,6% em relação ao trimestre anterior, ligeiramente abaixo da estimativa de 0,7%. O país asiático permanece envolvido em um escândalo político cujo pivô central é a Presidente Park Geun-hye, que se ofereceu para deixar o cargo. Na China continental, o Shanghai Composite fechou em baixa de 0,88%, enquanto o composto de Shenzhen fechou 1.66% menor. Segundo analistas, o ouro está subindo na China ​ em meio a planos de Pequim para restringir as importações de ouro para conter o fluxo de saída do yuan, no entanto, a perspectiva de curto prazo é que a alta das taxas de juros pelo Federal Reserve dos EUA deve limitar qualquer potencial de alta no preço do ouro. Ouro subiu 0,76%, sendo negociado a US$ 1,176.10 a onça-troy.​ Enquanto isso, os preços do petróleo começaram a cair no pregão de sexta-feira na Ásia, mas se segurando acima dos US$ 50 o barril, depois que a OPEP concordou em cortar sua produção na quarta-feira, pela primeira vez desde 2008. O dólar recuou na sexta-feira, com os investidores aguardando o relatório de empregos dos EUA. O índice do dólar foi negociado a 100,77, ante 101,59 de ontem. EUROPA: As bolsas europeias abriram em queda nesta sexta-feira, com a intensificação das incertezas políticas na Itália e na França. O Stoxx 600 cai mais de 1% com todas as principais bolsas e setores no vermelho. Os investidores também devem manter os olhos nos números do relatório de emprego dos EUA. O referendo de domingo na Itália continua a preocupar os investidores, uma vez que pode provocar novas eleições e complicar o processo de recapitalização dos bancos italianos. O FTSE
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Fique por dentro das 5 principais notícias do mercado desta sexta-feira

2 de dezembro de 2016
Fonte: Investing.com  Publicado: (02.12.2016 07:56) Confira as cinco principais notícias desta sexta-feira, 2 de dezembro, sobre os mercados financeiros: 1. Relatório de empregos de novembro em destaque O Ministério do Trabalho tem divulgação agendada para os dados de empregos não agrícolas (NFP, na sigla em inglês) às 11h30, no que será o principal evento dos mercados desta sexta-feira. O mercado espera que o relatório confirme a força continuada do mercado de trabalho americano. A projeção consensual é a de que o relatório desta sexta-feira mostrará que a economia gerou 175.000 empregos em novembro, mais do que outubro, que registrou aumento de 161.000. Estima-se que a taxa de desemprego continuará estável, a 4,9%, e que a renda média avance 0,2%. 2. Dólar estável antes de NFP, aumento dos juros em vista O dólar registrou leve queda frente às principais moedas do mundo nesta sexta-feira, com os investidores ainda cautelosos antes da divulgação de dados de emprego importantes dos EUA ainda hoje, embora o otimismo geral com a força da economia ainda dê suporte. Às 7h54, no horário de Brasília, o índice dólar americano, que mede a força da moeda frente a uma carteira ponderada das seis principais moedas do mercado, apresentou queda de apenas 0,02%, a 101,00. Estima-se que os dados de sexta-feira confirmarão a solidez do mercado de trabalho americano e consolidarão as expectativas de o Federal Reserve (Fed) proceder a uma normalização da política monetária na reunião de 13 e 14 de dezembro, sustentando a moeda americana. Com as expectativas de elevação dos juros em dezembro já difundida nos mercados, os dados podem ajustar as apostas para um segundo aumento, em 2017. De acordo com o Monitor das taxas de juros do Fed da Investing.com, os fundos federais futuros estão apostando em 60,7% de chance de outra elevação de 25 pontos-base dos juros em junho. 3. Petróleo cai após escalada de 15% Os investidores realizaram os lucros com o petróleo bruto nesta sexta-feira, com um acordo agressivo de corte de produção entre os principais produtores da commodity para combater o excesso de oferta global ainda nesta semana inflamando um rali de dois dias que valorizou o ouro negro em quase 15%. O petróleo West Texas Intermediate operou estável, seguindo para ganhos semanais de cerca de 10%. Os contratos futuros do petróleo bruto americano registraram queda de 0,82%, cotados a US$ 50,64, às 7h55, no horário de Brasília, enquanto que o barril de Brent caiu 0,98%, a US$ 53,41. 4. Nervosismo com as bolsas europeias antes do referendo italiano As bolsas da Europa operar em queda nesta sexta-feira, com os nervos à flor da pele com o voto dos cidadãos italianos no referendo do dia 4 de dezembro, que visa aprovar ou não uma reforma na constituição nacional, fato que tem como objetivo ajudar o primeiro-ministro, Matteo Renzi, a implementar reformas econômicas extremamente necessárias. No entanto, a expectativa geral é de que a Itália rejeite as reformas constitucionais, com os mercados preocupados com a possibilidade de uma reprovação causar uma agitação política
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Os Futuros de Ouro caíram durante a sessão europeia

2 de dezembro de 2016
Fonte: Investing.com Publicado:  (02.12.2016 08:30) Os Futuros de Ouro caíram durante a sessão europeia na sexta-feira. Na divisão Comex da Bolsa Mercantil de Nova York, Os Futuros de Ouro em Fevereiro foram negociados na entrega a US$ 1.173,75 por onça troy no momento da escrita, caindo 0,37%. Anteriormente negociadas na baixa da sessão a US$ por onça troy. O Ouro estava propenso a encontrar apoio em US$ 1.160,00 e resistência em US$ 1.194,80. O Índice Dólar, que acompanha o desempenho do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas, registrou ganhos 0,06% para negociação a US$ 101,08. Em outra parte da Comex, A Prata para entrega em Março registrou perdas 0,27% para negociação a US$ 16,462 por onça troy enquanto O Cobre para entrega em Março registrou perdas 1,40% para negociação a US$ 2,606 por libra-peso. Site: http://br.investing.com/news/not%C3%ADcias-de-commodities-e-futuros/os-futuros-de-ouro-ca%C3%ADram-durante-a-sess%C3%A3o-europeia-216478
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Ouro fecha em queda em NY pressionado por dados dos EUA

2 de dezembro de 2016
Por: IstoÉ dinheiro Fonte: Dow Jones Newswires Publicado: (01.12.2016 17:50) O contrato futuro de ouro fechou em queda na sessão desta quinta-feira, 1, após a divulgação de dados positivos dos Estados Unidos, que fortificam a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) irá elevar os juros na reunião de dezembro. O ouro para fevereiro recuou 0,38%, para US$ 1.169,40 a onça-troy, na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). Nesta quinta-feira, o Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) informou que o índice de atividade industrial subiu de 51,9 em outubro para 53,2 em novembro, acima da previsão dos analistas, de alta para 52,5. O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria também subiu, de 53,4 em outubro para 54,1 em novembro, o resultado mais forte em um ano na pesquisa da Markit, e ficou acima da previsão dos analistas, de alta menor, para 53,9. Alguns investidores acreditam que a onda de dados positivos pode influenciar o Fed a aumentar as taxas de juros ainda mais rápido no ano que vem, além do aumento nos juros na reunião de dezembro do BC americano, dado como certo por muitos investidores. A probabilidade de um aumento da taxa na reunião de dezembro está agora em 98,6%, de acordo com os futuros dos Fed funds, compilados pelo CME Group. O metal costuma sofrer quando os juros sobem, uma vez que investidores realocam seus investimentos em ativos que tenham retorno maior, como os juros dos Treasuries. Site: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/financas/20161201/ouro-fecha-queda-pressionado-por-dados-dos-eua/438058
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Ouro retorna da mínima de 10 meses, mas panorama continua incerto

1 de dezembro de 2016
Fonte: Investing.com  Publicado: (01.12.2016 08:31)   Os preços do ouro recuperaram algumas perdas nesta quinta-feira, após caírem por 10 meses, com o dólar estabilizando-se, mas o metal precioso continuou pressionado em meio às expectativas de uma elevação nas taxas de juros dos Estados Unidos. O ouro estava sendo negociado a US$ 1.169,65 a onça troy, às 8h19, no horário de Brasília, após atingir a mínima de US$ 1.163,50 ainda nesta sessão, o menor nível desde 5 de fevereiro. O índice dólar americano, que mede a força da moeda frente a uma carteira ponderada das seis principais moedas do mundo, marcou 101,33, afastando-se da máxima de 101,88 de quarta-feira e mantendo-se abaixo da máxima de 14 anos de 102,12, atingida na última quinta-feira. O ouro é precificado em dólar e torna-se menos vantajoso a potenciais compradores em outras moedas quando o dólar sobe. A moeda americana ganhou força na última quarta-feira, após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo consolidar um acordo sobre o corte de produção da commodity, com o objetivo de reduzir o excesso de oferta global e sustentar os preços. A possibilidade de elevação dos preços do petróleo aumentou as expectativas sobre a inflação nos Estados Unidos, que já foi impulsionada pela probabilidade de aumento dos gastos fiscais sob a administração de Trump. A demanda pelo dólar também foi impulsionada após os dados econômicos favoráveis dos EUA elevarem a confiança de que o Federal Reserve aumentará as taxas de juros em dezembro. Os investidores aguardam dados sobre o setor industrial dos EUA, que serão divulgados ainda hoje, e a publicação do relatório de empregos não agrícolas de novembro, marcada para esta sexta-feira. De acordo com o Monitor das taxas de juros do Fed da Investing.com, 97,8% dos investidores esperam que o Fed eleva as taxas na sua reunião de política em dezembro. Taxas de juros mais altas normalmente dão força ao dólar, já que o tornam mais atraente para investidores que buscam rendimentos seguros. O ouro é sensível aos movimentos da taxa de juros dos EUA, o que aumenta o custo de oportunidade de se manter ativos sem rendimentos em carteira, como os metais preciosos, ao mesmo tempo em que impulsiona o dólar que o precifica. Quanto aos demais metais preciosos, os contratos futuros da prata com vencimento em dezembro marcavam US$ 16,37 a onça troy, enquanto que os contratos futuros do cobreforam negociados a US$ 2,626 a libra. O paládio estava sendo negociado a US$ 773,20, nível inédito desde junho de 2015.   site: http://br.investing.com/news/not%C3%ADcias-de-commodities-e-futuros/ouro-retorna-da-m%C3%ADnima-de-10-meses,-mas-panorama-continua-incerto-216254

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