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Rali do ouro só está começando, diz bilionário Paul Singer

25 de julho de 2016
Por: Katia Porzecanski e Simone Foxman, da Bloomberg. O bilionário gerente de hedge fund Paul Singer disse que o melhor trimestre para o ouro em 30 anos é provavelmente apenas o começo de sua recuperação. Investidores internacionais, como Stan Druckenmiller, ponderam as consequências da flexibilização monetária sem precedentes sobre a inflação. “A posse de ouro faz muito sentido. Outros investidores poderiam finalmente estar começando a concordar”, escreveu Singer em uma carta a clientes no dia 28 de abril. “Cada vez mais, os investidores começaram a processar o fato de que os bancos centrais do mundo estão completamente concentrados em desvalorizar suas moedas”. O ouro para entrega imediata subiu 16 por cento nos três primeiros meses do ano, o maior aumento trimestral desde 1986, em um momento em que o Federal Reserve se absteve do ajuste e bancos centrais da Europa e do Japão continuaram avançando com taxas de juros negativas. Druckenmiller, o investidor bilionário com um dos melhores históricos de longo prazo em gestão de recursos, disse na semana passada que o ouro é sua maior alocação monetária e que o bull market nas ações se esgotou. ‘Muito poderoso’ Se a confiança dos investidores no critério dos bancos centrais “continuar enfraquecendo, o efeito sobre o ouro poderia ser muito poderoso”, escreveu Singer na carta. “Achamos que o movimento dos preços no trimestre de março pode representar algo mais perto do começo do que do final de um movimento assim”. A perspectiva de Singer contrasta com a visão do Goldman Sachs. Embora o banco com sede em Nova York tenha elevado suas previsões para o lingote em uma nota do dia 10 de maio, sua equipe de commodities, inclusive Jeffrey Currie, continua projetando preços mais baixos para o ouro nos próximos 12 meses. As novas previsões do Goldman colocam o lingote a US$ 1.200 por onça em três meses, US$ 1.180 em seis e US$ 1.150 em um ano, em comparação com US$ 1.100, US$ 1.050 e US$ 1.000, de acordo com o relatório. Há pouco espaço para avanços adicionais, porque o Fed provavelmente fará um ajuste em setembro e poderia agir em julho, disse o Goldman. Perspectiva do BNP Assim como Singer – que em 2013 previu que o metal poderia ser “redescoberto” por investidores que precisassem possuir algo “real” – outros defensores do ouro ressaltaram neste ano o temor de que as autoridades responsáveis pela política econômica estejam perdendo a credibilidade. O ouro poderia chegar a avançar para US$ 1.400 durante os próximos 12 meses, disse o BNP Paribas em abril, citando a maior preocupação dos investidores com a eficácia das políticas adotadas pelos bancos centrais para sustentar o crescimento. Singer, cuja empresa Elliott Management administra cerca de US$ 28 bilhões, contou com uma justificativa para sua antiga posição quando o ouro se recuperou no trimestre passado em meio à especulação de que o Fed ajustará a política monetária com lentidão porque os riscos mundiais persistem e as taxas de juros na zona do euro e no Japão caíram
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Ouro opera perto de baixa de 3 meses com foco em Fed

25 de julho de 2016
Fonte: Investing.com Os preços do ouro ampliaram as perdas alcançadas na sessão europeia anterior e foram negociados perto de uma baixa de três semanas, uma vez que o dólar pairou perto de uma alta de mais de quatro meses em meio a expectativas renovadas para um aumento das taxas por parte do Banco Central dos EUA (Fed) ainda neste ano. Na divisão Comex da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o ouro com vencimento em agosto atingiu uma baixa da sessão de US$ 1.313,70 por onça-troy, acima da baixa de três semanas de US$ 1.310,70. Seu preço ficou em US$ 1.324,50, às 06h52 GMT ou 02h52 ET, uma queda de US$ 7,00, ou 0,53%. Na sexta-feira, os preços perderam US$ 7,60, 0,57%, uma vez que as expectativas renovadas para um aumento das taxas pelo Banco Central dos EUA (Fed) ainda neste ano impulsionaram o dólar norte-americano e o foco dos investidores estava nos mercados acionários em alta ao invés de ativos de porto-seguro. Na semana passada, o metal amarelo caiu US$ 4,40, ou 0,26%, a segunda semana consecutiva de perdas. A recente série de dados melhores do que esperados reacendeu a especulação de que o Fed aumentará os juros antes do final do ano. As apostas para dezembro estavam em 45%, em comparação com menos de 20% há uma semana e acima de 9% no início deste mês. O Banco Central dos EUA (Fed) não deve aumentar as taxas de juros na conclusão da sua reunião de política de dois dias na quarta-feira, uma vez que os parlamentares aguardam a poeira abaixar após a decisão de saída do Reino Unido. Mas os participantes do mercado analisarão a declaração sobre a política do Fed na quarta-feira para uma nova indicação sobre o ritmo de aumentos das taxas nos próximos meses. O ouro é sensível a movimentos nas taxas norte-americanas. Um aumento gradual das taxas é visto como uma ameaça menor para os preços do ouro do que uma série rápida de aumentos. O índice do dólar, que avalia a força do dólar norte-americano em relação à cesta das seis principais moedas, atingiu uma alta intraday de 97,59 na sexta-feira, um nível não visto desde 10 de março. A moeda ficou em 97,47 no início do dia, impulsionada pelas perspectivas de política monetária divergentes entre o Fed e outros bancos centrais mundiais. Um dólar norte-americano mais forte geralmente pesa sobre o ouro, porque a moeda diminui o apelo do metal como um ativo alternativo e torna as commodities negociadas em dólar mais caras para os detentores de outras moedas. O metal amarelo permaneceu apoiado em meio à especulação de que os bancos centrais da Europa e Ásia vão intensificar o estímulo monetário nos próximos meses para contrariar o impacto econômico negativo da votação do Brexit. O ouro subiu quase 25% para o ano até agora, estimulado pelas preocupações com o crescimento mundial e expectativas para estímulo monetário. As expectativas de estímulo monetário tendem a beneficiar o ouro, uma vez que o metal
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Futuros de ouro, prata e cobre – Projeção semanal: 25 a 29 de julho

25 de julho de 2016
Fonte: Investing.com Os preços do ouro operaram em queda na sexta-feira, encerrando a semana perto de uma baixa de três semanas, uma vez que expectativas renovadas para um aumento das taxas pelo Banco Central dos EUA (Fed) ainda neste ano impulsionaram o dólar norte-americano e o foco dos investidores estava nos mercados acionários em alta ao invés de ativos de porto-seguro. Na divisão Comex da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), o ouro com vencimento em agosto caiu US$ 7,60, ou 0,57%, e foi negociado a US$ 1.323,40 por onça-troy no fechamento das negociações. Um dia antes, o ouro caiu para US$ 1.310,70, um nível não visto desde 29 de agosto. Na semana, o ouro caiu US$ 4,40, ou 0,26%, a segunda perda semanal consecutiva. A recente série de dados melhores do que esperados reacendeu a especulação de que o Banco Central dos EUA (Fed) aumentará os juros antes do final do ano. As apostas para dezembro estavam em 45%, em comparação com menos de 20% há uma semana e acima de 9% no início deste mês. O ouro é sensível a movimentos nas taxas norte-americanas. Um aumento gradual das taxas é visto como uma ameaça menor para os preços do ouro do que uma série rápida de aumentos. O índice do dólar, que avalia a força do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas, operou em uma alta de quatro meses de 97,59 na sexta-feira. A moeda fechou em 97,41, uma alta de 0,5% para o dia e 1% na semana, impulsionada pelas perspectivas de política monetária divergentes entre o Fed e outros bancos centrais mundiais. Um dólar norte-americano mais forte geralmente pesa sobre o ouro, porque a moeda diminui o apelo do metal como um ativo alternativo e torna as commodities negociadas em dólar mais caras para os detentores de outras moedas. O metal amarelo permaneceu apoiado em meio à especulação de que os bancos centrais da Europa e Ásia vão intensificar o estímulo monetário nos próximos meses para contrariar o impacto econômico negativo da votação do Brexit. O ouro subiu quase 25% para o ano até agora, estimulado pelas preocupações com o crescimento mundial e expectativas para estímulo monetário. As expectativas de estímulo monetário tendem a beneficiar o ouro, uma vez que o metal é visto como um porto-seguro de valor e sem risco de inflação. No início do mês, os preços atingiram uma alta de mais de dois anos de US$ 1.377,50 em julho, uma vez que as preocupações em torno do crescimento mundial após a votação do Reino Unido levaram os investidores a procurar ativos seguros. Também na Comex, os futuros de prata com vencimento em setembro caíram 12,6 centavos, ou 0,64%, na sexta-feira, encerrando a semana em US$ 19,68 por onça-troy. Na semana, os futuros de prata caíram 36,8 centavos, ou 2,33%, a primeira perda semanal em oito meses. Enquanto isso, nas negociações de metais, o cobre com vencimento em setembro recuou 2,7 centavos, ou 1,02%, para US$ 2,235 por
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China cria nova “Rota da Seda” e pode comprar minas de ouro

22 de julho de 2016
Por: Marcelo Villela, Mining.com Fonte: Business Insider / Canaltech   O projeto para criação de uma nova Rota da Seda pode ir muito além de apenas tecido, especiarias e conexão cultural. O ouro parece ser a nova bola da vez no caminho comercial entre China, Oriente Médio e Europa, com o governo chinês estudando a aquisição de uma mina de ouro no Cazaquistão, um negócio que deve não apenas aquecer os planos do país em si, mas também o mercado de recursos naturais. A iniciativa seria do Silk Road Fund, um fundo de investimentos com US$ 40 bilhões no bolso, criado pelo governo da China justamente para focar em negócios relacionados a essa nova rota comercial. Ele se posicionaria ao lado de outra companhia estatal, a China National Gold Group, na aquisição e manutenção da mina de Vasilkovskoye, além da exploração de seus recursos. No caminho, entretanto, as companhias podem encontrar resistência. Dois outros grupos asiáticos consideráveis, o Shandong Gold Mining e o Zijin Mining Group, também focados na exploração de minérios, também estariam de olho na operação cazaque. Enquanto isso, investidores temem que o súbito interesse leve a Glencore, dona da mina, a optar por um leilão, o que pode aumentar significativamente o valor a ser pago. Também focada em commodities, a empresa anglo-suíça passa por um momento complicado de sua história, afundada em dividas e vendendo algumas de suas operações internacionais para pagá-las. O interesse chinês na mina de ouro no Cazaquistão veio em boa hora, assim como o aquecimento geral nesse mercado oriundo dos países asiáticos, uma vez que metais preciosos são um de seus três pilares principais. Tudo corre em ritmo de especulação e nenhuma das partes envolvidas se pronunciou sobre o assunto ainda. Entretanto, a existência não apenas dos boatos, mas também de uma nova rota comercial focada na exploração mineral já mostra que o mercado de commodities pode voltar a esquentar em breve. Com o envolvimento da China, outros países também devem voltar seus olhos para os recursos naturais. A nova Rota da Seda nasceu como um caminho de transporte ferroviário ligando portos do leste da Rússia e da China à Europa, passando também pela Mongólia e Cazaquistão, países fortes na exploração de minérios. Os investimentos chineses nessa rota datam de 2013, quando o presidente Xi Jinping mostrou interesse na ligação intercontinental, que inclusive, deve ganhar trechos que passam também por Istambul, na Turquia, e Terrã, no Irã, localidades que não existiam no trecho original. O nome vem da série de rotas originais, que ligavam o sul da Ásia ao Oriente Médio e à Europa, servindo como principal caminho para comércio de seda, que antigamente era uma técnica de domínio exclusivo dos chineses, especiarias e materiais preciosos. Além disso, foi fundamental para a troca de cultura entre diferentes partes do mundo e também para o crescimento de grandes civilizações, como o Egito Antigo, a Índia, o Império Romano, a Pérsia, Mesopotâmia e, claro, a própria China. Site: http://noticiasmineracao.mining.com/2016/07/19/china-cria-nova-rota-da-seda-e-pode-comprar-minas-de-ouro/
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Ouro recua com dólar mais forte e expectativas de flexibilização

22 de julho de 2016
Fonte: Investing.com Os preços do ouro caíram nesta sexta-feira, uma vez que os dados otimistas dos EUA divulgados na sessão anterior deram apoio ao dólar e o Banco Central Europeu deixou a porta aberta para novas medidas de estímulo. Na divisão Comex da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os futuros de ouro com vencimento em agosto caíram 0,37%, para US$ 1.326,05. O contrato de agosto encerrou a sessão de quinta-feira em alta de 0,89%, a US$ 1.331,00 por onça. Espera-se que os futuros de petróleo encontrem apoio em US$ 1.312,80, a baixa de quinta-feira, e resistência em US$ 1.341,40, a alta de 14 de julho. O sentimento ficou mais forte após o presidente do Banco Central Europeu, Mario Darghi, ter dito na quinta-feira que os mercados europeus resistiram à volatilidade pós-Brexit com “resiliência encorajadora”, mas reiterou que o banco central está pronto para agir, utilizando todos os instrumentos disponíveis no âmbito do seu mandato, se necessário. Os comentários foram feitos após o banco central ter deixado sua taxa de juros de referência inalterada em uma baixa histórica de 0,0% em um movimento amplamente esperado. Separadamente, o dólar também permaneceu apoiado após uma série de dados positivos dos EUA na quinta-feira ter impulsionado o otimismo com a força da economia. Os dados mostraram que as vendas de imóveis usados aumentou inesperadamente em 1,1% em junho para 5,57 milhões de unidades, ao passo que um relatório separado mostrou que os pedidos de auxílo-desemprego caíram inesperadamente em 1.000 para 253.000 na semana passada. O índice do dólar, que avalia a força do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas mundiais, permaneceu estável em 96,96, não muito longe das altas de uma semana alcançadas na quarta-feira de 97,37. Os dados otimistas somaram-se às expectativas para um aumento das taxas do Banco Central dos EUA (Fed) em um futuro próximo. O ouro é sensível a movimentos nas taxas norte-americanas. No entanto, um aumento gradual das taxas é visto como uma ameaça menor para os preços do ouro do que uma série rápida de aumentos. Nas negociações de metais, os futuros de prata com vencimento em setembro caíram 0,39%, para US$ 19,737 por onça-troy, ao passo que os futuros de cobre com vencimento em setembro recuaram 0,69%, para US$ 2,242 por libra.   Site: http://br.investing.com/news/not%C3%ADcias-de-commodities-e-futuros/ouro-recua-com-d%C3%B3lar-mais-forte-e-expectativas-de-flexibiliza%C3%A7%C3%A3o-193664  

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