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Novas gravações envolvendo políticos e pronunciamento de Yellen (Fed) movimenta o mercado. 13h52m

27 de maio de 2016
Por: Moacir Camargo – Economista da Parmetal DTVM   Cenário Político-Econômico: Mais uma bomba lançada no Planalto. São as gravações do ex-presidente da Transpetro que coloca Renan Calheiros e José Sarney em articulação para barrar a Operação Lava-Jato. Outro ponto que se especula é como o BNDES irá devolver R$ 40 bilhões ao Tesouro somente esse ano. Nós analistas de mercado sabemos que muitos recursos que abastecem o caixa do BNDES vêm do Tesouro, parcelas de quitação dos empréstimos e de dividendos de ações de empresas que o banco de fomento mantem em seu portfólio. Sabe-se que essas ações, a preço de mercado, somam mais de R$ 50 bilhões, então, imagina-se que uma grande fração das ações desse portfólio poderá ser colocadas à venda em Bolsa e, portanto, veremos esses papeis serem operados com cautela e influenciando no Ibovespa já que se tratam de Blue Chips.   Mercados: O Ibovespa abriu em ligeira alta e se aproximou dos 50.000 pontos, mas entrou agora nesse início da tarde em pequena queda (-0,20%) e aos 49.381,49 pontos, aguardando o discurso de Yellen do Fed, onde dará pistas de quão próximo se encontra a elevação das taxas de juros americanas. Hoje, além do aguardado pronunciamento da chair do Fed, temos a contagem das sondas de petróleo no território americano que serão divulgadas logo mais. Pela manhã, o PIB dos EUA para o 1º trimestre foi revisado para mais e o que antes tinha sido computado em 0,5% agora foi para 0,8%. Além de todos esses dados de grande apreço para os analistas,  a Europa aguarda com apreensão os resultados do referendo na Gran Bretanha que decidirá se a Inglaterra permanecerá ou não na composição da zona do euro – BREXIT.   Principais Bolsas Mundiais e índices (13:31): S&P 500 – EUA: ………………………… +0,21% Nasdaq – EUA: …………………………. +0,53% S&P/TSX – CAN:………………………… +0,37% Ibovespa – BRA…………………………. -0,28% DAX – DEU: ……………………………… +0,14% encerrado FTSE 100 – GBR:………………………… +0,07% encerrado CAC 40 – FRA: …………………………… +0,08% encerrado Euro Stoxx 50 – EUR: …………………. +0,26% encerrado IBEX 35 – ESP: …………………………… +0,28% encerrado FTSE MIB – ITA………………………….. -0,13% encerrado SMI – CHE: ………………………………. +0,68% encerrado Nikkei 225 – JPN: ………………………. +0,37% encerrado S&P / ASX 200 – AUS…………………. +0,33% encerrado China A50 – CHN: ……………………… -0,06% encerrado Hang Seng – HKG:…………………….. +0,88% encerrado KOSPI – KOR: …………………………… +0,62% encerrado   O Ouro opera em mais um pregão de queda. Já são 8 pregões seguidos, partindo do fechamento de 17/5 na cotação de US$ 1.276,20 a onça para hoje (27/5 as 13:15 – hr. DF) para US$ 1.212,75. Perdas de US$ 63,45 no período (17/5 a 27/5) e baixa de -4,97%. O mesmo comportamento ocorreu quando o Fed anunciou que elevaria as taxas de juros no ano passado e aí seguiu o movimento de manada tentando lucrar com a queda. Mas logo depois de efetivada a alta dos juros, o mercado se atentou mais aos indicadores macroeconômicos e os preços retomaram seu curso de alta e o
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Meta Fiscal em R$ 170,5 bi passa pelo Congresso e mercados operam em alta. 14h14m

25 de maio de 2016
Por: Moacir Camargo – Economista da Parmetal DTVM   Cenário Político-Econômico: O Congresso aprovou nesta madrugada (25) a alteração da meta fiscal de 2016 para o valor pleiteado de R$ 170,5 bilhões. Ficou definido o cronograma da nova fase do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, faltando apenas a definição da data final do julgamento, pois precisa ser votado e acatado pelos senadores a fase de pronúncia para posterior agendamento. Seguem as definições do relator, o senador Antônio Anastasia: Defesa prévia da Dilma terá que ser entregue até 1º/junho 20/junho: liberado para eventual interrogatório da presidente 21/junho a 5/julho: apresentação por escrito das alegações dos denunciantes 6/julho a 21/julho: apresentação por escrito das alegações da defesa 25/julho: leitura do parecer sobre a pronúncia na Comissão do Impeachment 26/julho: discussão do parecer 27/julho: votação do parecer pela Comissão. 28/julho: serão apresentados aos senadores o resultado da avaliação e votação da Comissão 1 e 2 de agosto: debate e votação da pronúncia que precisará de maioria simples para seguir à fase de julgamento. Caso não obtenha maioria simples a presidente afastada reassumi o cargo. Julgamento: sem agenda definida.   Mercados: Mercado brasileiro digere bem o 1º pacote de medidas para contenção de gastos proposto pelo governo Temer e a aprovação da nova meta fiscal nesta madrugada. O Ibovespa abriu em forte alta e opera com menos ímpeto das duas primeiras horas de pregão, mas registra ganhos para o dia acima dos +1,09% até o momento. É bem certo que a melhora nos indicadores de Confiança do Consumidor (67,9pontos), as Transações Correntes terem ficados positivas em abril, coisa que não ocorria desde julho de 2014 e o Investimento Direto Estrangeiro ter evoluído em abril 22,7% comparado com o mês anterior, foram tão bons sinais que virão a repercutir positivamente durante alguns dias, e virá a trazer mais otimismo se confirmado a melhora nos meses seguintes. Hoje é mais um dia de otimismo nos mercados internacionais, tendo a Europa com fortes ganhos após o anúncio da liberação de € 10,3 bilhões para a Grécia honrar seus compromissos e para o plano de reestruturação. As Bolsas americanas seguem em alta, tendo os indicadores de melhora para a construção civil, e viram também com bons olhos a pressão que o Banco Central Chinês fez sobre o Fed querendo discutir sobre a questão da elevação das taxas de juros americana no Diálogo Econômico e Estratégico que ocorrerá entre os 2 países nos dias 6 e 7 de junho. De antemão a China já coloca que seria mais prudente a elevação dos juros americanos ocorrer a partir de julho.   Principais Bolsas Mundiais e índices (14:01): S&P 500 – EUA: ………………………… +0,70% Nasdaq – EUA: …………………………. +0,64% S&P/TSX – CAN:………………………… +0,83% Ibovespa – BRA…………………………. +1,09% DAX – DEU: ……………………………… +1,67% encerrado FTSE 100 – GBR:………………………… +0,70% encerrado CAC 40 – FRA: …………………………… +1,24% encerrado Euro Stoxx 50 – EUR: …………………. +1,80% encerrado IBEX 35 – ESP: …………………………… +2,54% encerrado FTSE MIB – ITA………………………….. +1,67% encerrado SMI –
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1º Pacote de Medidas do governo Temer: explicação e análise. 17:23

24 de maio de 2016
Por: Moacir Camargo – Economista da Parmetal DTVM   Cenário Político-Econômico: A política brasileira segue sua rotina diária em uma dinâmica de eventos parecida a de uma série policial ou um filme de ação. Ontem foi o dia de Romero Jucá, “novo ex-ministro do Planejamento”, pedir o seu afastamento. Chega a perecer exagero, ficção, mas todo dia temos uma novidade e de tédio nenhum brasileiro sofrerá, nem mesmo com novo governo vivendo da sobra do velho que ainda pode volta. O que traz felicidade nisso tudo, já que a política brasileira é de entristecer, é a constatação de que a Operação Lava-Jato está mais blindada do que a gestão federal. Ruim para quem vive da política, bom para as instituições e para o Brasil. O presidente em exercício, Michel Temer, anunciou hoje pela manhã o 1º pacote de medidas que acredita ajudar o Brasil a conter o rombo deixado pela gestão Dilma e colocar a economia na rota do crescimento. São elas: Devolução de R$ 100 bilhões do BNDES para o Tesouro Nacional escalonados em 3 parcelas: R$ 40 bi nesse momento + R$ 30 bi dentro de 12 meses + R$ 30 bi dentro de 24 meses. Mesmo sabendo que não poderá fazer uso desse $ para gastos correntes, o $ deve servir para reduzir a dívida pública e gerará uma economia de R$ 7 bilhões em juros subsidiados pelo governo nos empréstimos do BNDES. Teto para gastos públicos: a proposta é de que o aumento dos gastos públicos seja proporcionais à inflação. A inflação será o fator de correção das despesas com as das áreas da Saúde e Educação e que hoje são vinculadas a evolução da receita líquida do governo. O governo pretende economizar nos próximos 3 anos entre 1,5% a 2% do PIB. Contenção de Subsídios: os subsídios para incentivar uma atividade serão revistos para que não eleve os custos nominais de uma determinada pasta e funcionará de forma compensatória de uma área a outra, ou seja, se fizer necessário uma elevação do subsídio fiscal para um setor da economia, ele será executado reduzindo de outra área, projeto ou pasta. A princípio, não será nada reduzido em termo de volume, somente estabelecido um teto e haverá alocação de recursos para setores ou projetos que demandem maior atenção. Governo espera com isso promover economia de R$ 2 bilhões em subsídios fiscais. A Extinção do Fundo Soberano: esse fundo foi criado para ser um colchão para uso em momentos de crise. Hoje grande parte dos recursos estão investidos em ações do BB. Ainda não foi dado o detalhamento de como isso será feito. Mudanças no Pré-Sal: o governo vai apoiar o projeto do senador José Serra para acabar com a obrigação da Petrobrás em ter participação em pelo menos de 30% nos projetos do Pré-Sal. Isso, além de promover economia aos cofres públicos na ordem de R$ 2 bilhões ao ano -conforme Temer-. Vejo que além da economia, essa medida irá facilitar a viabilização e investimentos no setor
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Reunião de 2 dias do G7 não trouxeram as definições econômicas esperadas. 12h44m

23 de maio de 2016
Por: Moacir Camargo – Economista da Parmetal DTVM   Cenário Político-Econômico: Em levantamento realizado pelo time de Meirelles, rombo para 2016 foi estimado em R$ 170,5 bilhões, 76,3% maior do que o anunciado pelo ex-ministro da Fazenda, Nelson Barbosa (R$ 96,7 bi). Michel Temer entregará pessoalmente hoje no Congresso a proposta para alteração da nova meta fiscal 2016. Temer pretende anunciar medidas positivas e propositivas que objetivam controle sobre os gastos públicos. Romero Jucá, novo ministro do Planejamento, foi o destaque hoje nas capas dos principais jornais do Brasil. Jucá foi flagrado em escutas telefônicas onde sugere pacto para deter avanço da Operação Lava-Jato sobre o PMDB.   Mercados: O Ibovespa opera nos 49.000 pontos rasos. O desejo do Federal Reserve em elevar as taxas de juros para o próximo mês derrubou as Bolsas não só no Brasil, mas no mundo. Hoje as Bolsas europeias, com exceção da Suíça, operam no vermelho, mesmo com a divulgação do PMI Industrial para a Alemanha e França se mostrarem bem favoráveis, acima do projetado. O PMI para a zona do euro ficou ligeiramente abaixo das projeções, mas bem acima da linha que indica crescimento. Esses números seriam mais que suficientes para promover o otimismo entre os investidores, só que os investidores seguem cautelosos até terem estimados o tamanho do impacto da elevação dos juros americanos sobre os investimentos no mundo. Outro fator impactante foi a reunião de 2 dias do G7, onde diversas autoridades da pasta econômico-financeira das 7 maiores economias do mundo, discutiram soluções para combater o baixo crescimento, mas saíram sem definições de ações para promover o crescimento econômico.   Principais Bolsas Mundiais e índices (12:25): S&P 500 – EUA: ………………………… +0,12% Nasdaq – EUA: …………………………. +0,29% S&P/TSX – CAN:………………………… +0,74% Ibovespa – BRA…………………………. -1,01% DAX – DEU: ……………………………… -0,65% FTSE 100 – GBR:………………………… -0,22% CAC 40 – FRA: …………………………… -0,58% Euro Stoxx 50 – EUR: …………………. -0,76% IBEX 35 – ESP: …………………………… -0,57% FTSE MIB – ITA………………………….. -2,44% SMI – CHE: ………………………………. +0,52% Nikkei 225 – JPN: ………………………. -0,49% S&P / ASX 200 – AUS…………………. -0,60% China A50 – CHN: ……………………… -0,06% Hang Seng – HKG:…………………….. -0,22% KOSPI – KOR: …………………………… +0,39%   O Índice Investing Ouro, que faz um levantamento sobre o posicionamento em carteira do ouro dentro de um horizonte de médio e longo prazo dos principais players no mercado, pontuou 60,2%, indicando que um nº entre 50% e 70% corresponde aumento do interesse e da demanda, resultado em tendência de alta para o ouro. Neste início de semana, o ouro está sendo negociado a US$ 1.248,05 a onça troy e computando baixa de -0,39% para o dia. Na Parmetal DTVM, o ouro abriu o mercado cotado a R$ 139,85 para compra e R$ 141,27 o grama para venda, alta de +0,74% frente ao fechamento da sexta-feira (20).   Indicadores de Mercado 12:40: Ouro – NY (Ozt.) …………………………… US$ 1.248,05………………….. -0,39% Petróleo (Brent) …………………………… US$ 48,06……………………… -1,33% Milho (Ton) …………………………………. US$ 394,75……………………. +0,06% Dólar – US$ ………………………………….. R$
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Sem atuação do BC no câmbio, Bolsa e dólar operam próximos da estabilidade. 14h31m

20 de maio de 2016
Por: Moacir Camargo – Economista da Parmetal DTVM   Cenário Político-Econômico: Mais um membro de peso foi definido no governo Temer: Pedro Parente, atual presidente do Conselho Administrativo da BM&F Bovespa e ex-ministro da gestão FHC irá, agora, assumir a presidência da Petrobrás, mas se manterá a frente do Board da BMF & Bovespa. As ações da petrolífera se manifestaram positivamente pós anuncio e confirmação do nome, mostrando que o mercado respeita tal nomeação e aposta em melhorias no resultado da companhia. Um comentário que poderia pesar no dia de hoje, mas que já foi digerido no mercado, foi o posicionamento do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, sobre a economia do Brasil quando afirmou que a situação é bem pior do que ele vislumbrou. Disse que o tamanho do déficit foi o que mais o surpreendeu, mas aposta na habilidade de Temer para negociar com o Congresso para aprovação das medidas necessárias e com o apoio popular para aceitação de tais medidas que deverão nos tirar da crise.   Mercados: Dia mais tranquilo nos mercados, depois da alta anunciada dos juros americanos para o mês de junho, se tudo correr conforme os anseios do Fed, é claro. Hoje no mercado doméstico, os investidores da Petrobras comemoram o anúncio de Pedro Parente para a presidência da companhia. O Anuncio do IPCA-15 pode ter mostrado uma inflexão quanto a queda da inflação, já que o número foi maior que a expectativa e sinalizou alta anualizada comparada com o mês de abril que foi de +9,34% (expectativa = 9,50% e o apurado = 9,62%). O resultado é ruim pelo fato de estarmos beirando os 2 dígitos, mas é compreensivo pelo fator político (troca de governo e nova equipe econômica) ter influenciado nos ânimos dos consumidores e do empresariado. O Ibovespa está próximo a encerrar a semana, registrando queda de mais 3.800 pontos e baixa de -7,12% desde o fechamento do mês de abril até o presente momento (20/05 as 14h00). O mercado internacional parece hoje ver que um aumento das taxas de juros americanas pode fazer com que uma fração dos recursos investidos nos papeis da Europa, eixo Ásia-Pacífico e América do Sul migrem para os títulos americanos, mas também pode fortalecer as exportações de vários países, exceto a dos EUA. Hoje, nesse último dia útil da semana, as principais Bolsas do mundo operam felizes no azul, tendo os ânimos influenciando na tendência de forte compra. O petróleo é um influenciador para o mercado, como bem sabemos, e seus preços convergiram fortemente para cima nesse mês, imputando ganhos de mais de 6% desde o 1º dia útil do mês de maio (fechamento) até hoje (13:50). São vários os fatores em andamento que determinam a queda nos níveis internacionais atuais de petróleo em estoques como: a interrupção no abastecimento devido ao conflito na Nigéria, o incêndio florestal no Canadá e a crise séria na Venezuela, e por isso impactam positivamente nos preços.   Principais Bolsas Mundiais e índices (14:05): S&P 500 – EUA: …………………………

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