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Mercados aguardam pistas de próxima ação do Fed: juros ou portfólio?

4 meses atrás
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Policial observa o prédio do Federal Reserve, em Washington

Publicado: (14.06.2017 05:06)

Por: Investing.com

Como já se espera amplamente que o banco central norte-americano eleve a taxa-alvo dos fundos federais em 0,25% para uma faixa entre 1,0%-1,25% no fim de sua reunião de política monetária, que dura dois dias, nesta quarta-feira às 15h (horário de Brasília), mercados esperam receber sinais se o próximo movimento do banco central envolverá outro aumento no preço do dinheiro ou o início amplamente aguardado da normalização do balanço patrimonial.

“Ironicamente, o terceiro aumento de juros desde as eleições de novembro nos EUA está tão pressuposto que não é o elemento mais importante da reunião do FOMC (sigla em inglês para Comitê Federal de Mercado Aberto, que toma as decisões de política monetária)”, afirmaram especialistas do Brown Brothers Harriman (BBH).

Estudos recentes de economistas tanto da Reuters quanto da Bloomberg sinalizaram que o endurecimento da política monetária não é um acordo fechado, ao passo que os futuros do fundo do Fed apostam em nada menos de 91,8% de chances de aumento dos juros, de acordo com o Monitor da Taxa da Reserva Federal do Investing.com.

Atenção aos ajustes das projeções do Fed

O banco central norte-americano também divulgará suas mais recentes projeções de crescimento econômico e taxa de juros, conhecidas como “dot-plot”.

No passado, membros do Fed concordaram amplamente que o crescimento fraco do primeiro trimestre seria transitório, mas outros dados deixaram o banco central entre a cruz e a espada em relação a seus mandatos duplos.

O mais recente relatório de emprego mostrou que a taxa de desemprego atingiu a mínima de 16 anos e a maior parte dos especialistas considera que a economia norte-americana esteja em nível de pleno emprego.

Entretanto, a outra responsabilidade do Fed, estabilidade de preços, está relutante em retornar a níveis normais com a métrica favorita de inflação dos decisores, o núcleo dos preços das despesas de consumo pessoal, caindo por três meses consecutivos.

Analistas do Bank of America Merrill Lynch (BofAML) sugeriram que as projeções irão refletir a menor taxa de desemprego e haverá uma revisão para baixo da inflação do núcleo dos preços das despesas de consumo pessoal, embora mantenham a estimativa para 2018 em 2%.

“Acreditamos que a statement continuará a reiterar que a fraqueza na inflação é transitória, mas podemos notar que os dados da inflação são dignos de monitoramento nos próximos meses”, afirmaram eles.

Estes especialistas também preveem que “os pontos provavelmente não se moverão” ao se referir ao “dot-plot” (trama de pontos, em tradução livre) que define, anonimamente, projeções de membros do Fed para taxas de juros.

“Embora a remoção da projeção de Tarullo, ex-dirigente (do Fed), irá naturalmente elevar a média das expectativas, acreditamos que isso será neutralizado por outros membros da instituição baixando levemente a trajetória”, concluiu o BofAML.

Yellen observada na busca de sinais de ações futuras do Fed

Com tudo isso em mente, o foco, mais uma vez, provavelmente será a entrevista coletivade Janet Yellen, presidente do Fed, às 15h30 (horário de Brasília), já que investidores procuram qualquer mudança para um tom mais enérgico sobre a economia ou aumentos futuros das taxas de juros.

Agentes de mercado também ficarão muito atentos a detalhes sobre o plano do Fed de reduzir seu balanço patrimonial de US$ 4,5 trilhões ainda esse ano.

“A entrevista coletiva deverá esclarecer um pouco se a próxima etapa no endurecimento da política monetária depois de junho será a normalização do balanço patrimonial ou um terceiro aumento das taxas de juros”, declararam economistas do Goldman Sachs.

Estudos feitos pela Bloomberg e pela Reuters com especialistas pareciam coincidir com apostas de outro aumento em 25 pontos base em setembro ou no terceiro trimestre, respectivamente.

Entretanto, futuros do fundo do Fed atualmente apostam em cerca de 24% de chances de um aumento em setembro.

Apesar do fato de que a projeção média dos decisores do Fed em março tenha sido de mais dois aumentos até o fim do ano, os mercados colocam as chances de outro aumento até dezembro abaixo do patamar de 50%, em torno de 41%.

Em geral, a ideia por trás das apostas de alguns analistas de um aumento em setembro parece se relacionar com a projeção de que o Fed fará uma pausa nas taxas em dezembro para prosseguir com a redução do portfólio.

O Goldman admite esperar por mais clareza nesta quarta-feira, mas ainda crê que a normalização do balanço patrimonial será anunciada na próxima reunião de política monetária com entrevista coletiva.

“Esperamos um anúncio detalhado em setembro, mas não nos surpreenderemos se acontecer em dezembro pois as orientações têm sido ambíguas”, afirmaram estes especialistas.

“Acreditamos que anunciar o início do ajuste do portfólio em setembro e manter aberta a opção do supracitado terceiro aumento dos juros em 2017 é o mais prudente curso de ação dados os recentes dados contraditórios e possibilidade de turbulência fiscal em Washington no 3º tri relacionada com a necessidade de aumento do teto da dívida e uma extensão das autoridades encarregadas com as despesas”, explicaram, apostando no “início efetivo da venda dos ativos em outubro”.

O Morgan Stanley expressou uma visão muito similar, projetando que o Fed faria o anúncio de setembro com a redução do portfólio começando em outubro com uma redução agendada de US$ 5 bilhões tanto em títulos hipotecários quanto em títulos do Tesouro entre outubro a dezembro, US$ 10 bilhões de janeiro a março, US$ 15 bilhões de abril a junho e US$ 20 bilhões de julho para frente.

“Logo, prevemos aumentos de juros ocorrendo em cada reunião com entrevista coletiva em 2018, o que deveria (levar) a taxa-alvo dos fundos federais para a faixa de 2,25% a 2,50% no fim do próximo ano”, afirmaram estes especialistas.

Enquanto os mercados aguardem o anúncio e a aparição pública posterior de Yellen nesta quarta-feira, o mercado futuro dos EUA indicavam uma abertura estável. O blue chip futuros do Dow ganhava 15 pontos, ou 0,07%, às 4h01 em horário local (5h01 em horário de Brasília), os futuros do S&P 500 subiam menos de 1 ponto, ou 0,01%, enquanto o índice futuro de tecnologia Nasdaq 100 tinha alta de 2 pontos ou 0,03%.

O dólar mostrava pouco movimento frente aos principais rivais. O índice dólar, que mede a força da moeda frente a uma cesta ponderada de seis principais dividas, estava inalterado em 96,97 às 5h03 (horário de Brasília).

Contratos de ouro com vencimento em agosto na divisão Comex da Bolsa Mercantil de Nova York subiam. Às 05h04 (horário de Brasília), o metal precioso tinha alta de apenas US$ 0,51, ou cerca de 0,03%, sendo cotado a US$ 1.269,11.

Por fim, os títulos do Tesouro norte-americano com vencimento em 10 anos caíam 0,3 ponto base para 2,204% às 05h05 (horário de Brasília).

Site? https://br.investing.com/news/not%C3%ADcias-do-mercado/mercados-aguardam-pistas-de-pr%C3%B3xima-a%C3%A7%C3%A3o-do-fed:-juros-ou-portf%C3%B3lio%20-249493

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