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    OURO ATIVO FINANCEIRO

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    e experiência que a PARMETAL oferece para você.

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Competência, Agilidade e Confiança em operações com Ouro

A ``Parmetal DTVM`` é uma instituição financeira autorizada pelo Banco Central do Brasil (Bacen) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e é especializada na negociação de ouro ativo financeiro, sua principal atividade.

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Confira aqui as novidades e nossas avaliações sobre o que está acontecendo no mercado do ouro.
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Ouro fecha em alta, com ajuda de tensões sino-americanas e dólar fraco

17 de agosto de 2020
O ouro encerrou a sessão desta segunda-feira (17) em alta, amparado pelo recrudescimento das tensões sino-americanas após imposição de restrições de Washington à Huawei, empresa tecnológica da China. O dólar fraco no exterior também deu ajuda à commodity, ao torná-la mais barata pra detentores de outras divisas, estimulando o lado da demanda. Na Comex, divisão para metais da Nymex, o ouro para dezembro fechou em alta de 2,50%, a US$ 1.998,70 a onça-troy. Ao longo do dia, chegou a tocar US$ 2.000,80 a onça-troy, retomando pontualmente, assim, o nível de US$ 2 mil por onça-troy. A Casa Branca voltou a impor restrições à Huawei – a empresa não poderá mais importar produtos tecnológicos americanos considerados sensíveis. As divergências entre as duas maiores economias do mundo seguiram causando desconforto nas mesas de operação, porque representam ameaça à retomada das atividades produtivas após o choque da covid-19. A cautela estimulou a busca de ativos seguros, como o ouro, com apoio adicional da fraqueza do dólar lá fora vista hoje e do mergulho contínuo dos juros dos Treasuries. No pano de fundo do cenário global incerto, ainda está a escalada do novo coronavírus em todo o mundo, sobretudo em países da Europa, que parecem viver uma segunda onda da doença. Por outro lado, investidores relatam um esfriamento da corrida ao ouro verificada em sessões recentes. “É provável que o ouro continue seu processo de consolidação nesta semana, mas o interesse entre os investidores em ETFs de ouro diminuiu visivelmente”, aponta o Commerzbank.
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Barras de ouro: pandemia faz disparar demanda também pelo metal físico

17 de agosto de 2020
As pessoas estão em busca de um investimento seguro ou de ganhar com as cotações, que têm alcançado novos patamares históricos. A crise do novo coronavírus reacendeu a demanda de pequenos investidores por barras de ouro físico, e não apenas pelo investimento “virtual” no metal. É isso mesmo, em pleno 2020, há cada vez mais brasileiros comprando ouro para guardar em casa. No pano de fundo, estão a busca por um investimento seguro ou o desejo de ganhar com as cotações, que têm alcançado novos patamares históricos. A cotação do metal precioso negociado em Nova York superou os US$ 2 mil por onça-troy pela primeira vez na última semana e soma alta de mais de 30% em 2020. No Brasil, investidores individuais podem apostar no ouro sem precisar tomar conta das barras, por meio de fundos que investem no metal, oferecidos por bancos e gestoras, ou comprando contratos financeiros de ouro na bolsa brasileira. E vêm fazendo isso em grande volume nos últimos meses. Mas ainda há quem goste de comprar ouro físico, o investimento mais antigo do mundo. Grandes bancos não vendem mais barras de ouro e dá para contar nos dedos as distribuidoras autorizadas a comercializar ouro físico no Brasil. Mas elas existem. Na Ourominas, a venda de ouro físico pelo site para investidores individuais disparou 75% na pandemia. Antes, a empresa comercializava cerca de R$ 800 mil por mês, em média. A partir de março, passou a vender R$ 3 milhões por mês, em média. Segundo a empresa, durante a pandemia, 300 clientes por mês, em média, vêm comprando barras de ouro na distribuidora, e a maioria gasta R$ 10 mil em barras de 30 gramas, para presentear alguém. “Não foram só os aplicativos de comida que tiveram crescimento de delivery. As nossas entregas também tiveram um salto na grande São Paulo. Tivemos até que contratar mais pessoas e, mesmo assim, era o dia inteiro fazendo entregas”, diz Mauriciano Cavalcante, diretor de câmbio da Ourominas. O ouro não rende juros nem dividendos, ou seja, as pessoas que compram o metal (físico ou virtual) estão em busca de reserva de valor ou de uma aposta na valorização para venda futura. Nas crises, a procura pelo metal símbolo de valor e pureza aumenta porque o ouro não é devido por um governo ou um banco. E um perfil típico entre os compradores é o da pessoa que teme que todo o sistema financeiro entre em colapso, apesar de essa possibilidade ser remota. Para eles, as barras de ouro são vistas como uma boa forma de proteção. “Os investidores são desconfiados, querem ter o negócio na mão, guardar com eles. É a mentalidade do pequeno investidor brasileiro. As pessoas compram para proteger seu dinheiro e se sentem mais seguras do que investindo em bolsa”, diz Cavalcante. Na Parmetal, a procura por ouro físico também aumentou na pandemia, tanto de pessoas que já conheciam a modalidade de investimento quanto de novos investidores. De acordo com a empresa, as pessoas costumam alocar
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Ouro mantém escalada e volta a renovar máxima histórica apoiado por dólar fraco.

5 de agosto de 2020
Como vem acontecendo sucessivamente, o ouro voltou a encerrar a sessão em alta nesta quarta-feira (05), renovando mais uma vez sua máxima histórica. O quadro global incerto e o baixo rendimento dos títulos públicos americanos têm apoiado a escalada do metal precioso, que hoje recebeu ajuda adicional do dólar fraco no exterior. Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro para dezembro fechou em alta de 1,40%, a US$ 2.049,30 por onça-troy. Ao longo do dia, bateu na máxima de US$ 2.070,3 por onça-troy. Nem mesmo o apetite por risco verificado no exterior durante os negócios de hoje, bastante amparado pela percepção de que há uma recuperação econômica global em curso após o choque da pandemia de covid,-19, foi capaz de conter a demanda por ouro, considerado um investimento para momentos de cautela. Se houve demanda de ativos considerados arriscados, a segurança do metal precioso continuou procurada, já que ainda há muita incerteza no mercado diante da crise do novo coronavírus e seus impactos sobre a atividade global. Os juros baixos dos Treasuries, ativos também considerados portos seguros no sistema financeiro, são outro apoio ao rali, já que investidores buscam retornos melhores nos contratos de ouro. Nos negócios de hoje, especificamente, houve ajuda adicional do dólar fraco no exterior, que torna commodities mais baratas para detentores de outras divisas. “Há receio de que o aumento na impressão de dinheiro nos Estados Unidos leve ao aumento rápido da inflação e, consequentemente, ao enfraquecimento do dólar americano”, diz a consultoria Julius Baer. Os analistas da instituição, no entanto, alertam para os riscos da corrida vista nos últimos tempos nesse mercado. “Acreditamos que o ouro está sendo negociado para além de uma faixa fundamentalmente justificada. Mesmo que o rali possa ir adiante, é claro que os níveis atuais são adequados para os comerciantes de curto prazo, e não para os que buscam refúgios”, defendem. FONTE: Investing.
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Ouro renova máxima histórica, com quadro global incerto e juros baixos nos EUA.

4 de agosto de 2020
Renovando mais uma vez sua máxima histórica, contrato futuro de ouro encerrou o pregão desta segunda-feira, 3, em leve alta, amparado pelo quadro global incerto e pelos juros baixos nos Estados Unidos. Os baixos rendimentos dos Treasuries, ativo também considerado como um porto seguro, têm estimulado a corrida pelo metal precioso. Por outro lado, os negócios em modo “risk on” nesta sessão e o dólar forte no exterior contiveram a demanda. Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), ouro para agosto fechou o dia em alta de 0,02%, a US$ 1986,3 a onça-troy. Ao longo do dia, a cotação rompeu os US$ 2 mil e bateu em US$ 2.009,5 onça-troy. Apesar do pregão de apetite por risco de hoje, com agentes do mercado tomando posições de risco nas bolsas, o ouro seguiu sua escalada nesta segunda-feira. Considerado um ativo de segurança, muito buscado em momentos de incerteza, o metal têm sido apoiado pelas incertezas em torno do avanço do coronavírus, da recuperação global e das tensões sino-americanas. A política monetária relaxada adotada nos Estados Unidos, que visa combater a recessão, ainda ajuda as cotações. Nesta segunda, contudo, para além da tomada de risco, o dólar forte evitou ganhos ainda mais robustos do ouro, segundo operadores. A moeda americana forte torna commodities mais caras para detentores de outras divisas, o que pressiona a demanda. Deacordo com o Bank of America, o ouro é visto como um ativo anticíclico. “O atual cenário macroeconômico da política monetária e fiscal frouxa reforça essa dinâmica, por isso acreditamos que o recente rali pode ser justificado”, diz a instituição, em nota enviada a clientes. O Commerzbank ressalta que os pedidos por entrega física de ouro têm crescido nos últimos tempos, evidenciando o contexto geral de busca por segurança. “As entregas físicas no Comex vêm aumentando há meses: totalizaram 26 toneladas em fevereiro, 98 toneladas em abril e 171 toneladas em junho. Isso revela que os investidores preferem o ouro físico ao papel”, comenta o banco alemão. FONTE: Investing
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Ouro renova máxima histórica pelo 4º pregão consecutivo, com foco em Fed ‘dovish’.

29 de julho de 2020
Os contratos futuros do ouro fecharam o pregão desta quarta-feira, 29, em alta, alcançando máxima histórica pelo 4º pregão consecutivo, com os investidores à espera da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), que deve manter o tom “dovish” (mais leve). Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), a onça-troy do ouro com entrega para agosto encerrou com ganho de 0,45%, a US$ 1.953,4 a onça-troy, novo recorde histórica de fechamento. Durante o pregão, o metal precioso chegou a tocar os US$ 1960,0 por onça-troy. Nas três sessões anteriores, o metal também havia fechado em patamares recordes. Antes disso, o recorde de fechamento era o de 22 de agosto de 2011, quando encerrou a US$ 1.891,9 a onça-troy. A comparação é feita com base nos contratos mais líquidos. “A rápida recuperação deixa claro que o mercado deseja elevar os preços”, escreveu no início do pregão o analista de metais precisos Carsten Fritsch, do Commerzbank, em referência à pausa momentânea no rali do ouro ontem, que acabou não se concretizando. “Isso não é surpreendente, tendo em vista as injeções sem controle de liquidez pelos bancos centrais, taxas de juros próximas ou abaixo de zero, taxas de juros reais negativas praticamente em todos os lugares e um aumento sem precedentes da dívida”, explica o profissional do banco alemão. O recente rali do ouro foi impulsionado, em grande parte, pelas medidas sem precedentes tomadas pelo Fed para garantir liquidez no mercado. Hoje, às 15h (de Brasília), a instituição anuncia decisão de juros e deve manter a política monetária acomodatícia, o que também favorece o enfraquecimento do dólar e deixa o ouro mais atrativo para detentores de outras divisas. O avanço da pandemia de covid-19 por diversos países e as tensões entre Washington e Pequim também são monitorados. FONTE: Investing

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