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A Parmetal DTVM é uma instituição financeira autorizada pelo Banco Central do Brasil (Bacen) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Atua no setor de câmbio e é especializada na negociação de ouro ativo financeiro, sua principal atividade.

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Confira aqui as novidades e nossas avaliações sobre o que está acontecendo no mercado do ouro.
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Os Futuros de Ouro subiram durante a sessão dos Estados Unidos

1 de dezembro de 2021
Os Futuros de Ouro subiram durante a sessão dos Estados Unidos na quarta-feira. Na divisão Comex da Bolsa Mercantil de Nova York, Os Futuros de Ouro em Fevereiro foram negociados na entrega a US$ 1.783,50 por onça troy no momento da escrita, subindo 0,39%. Anteriormente negociadas na alta da sessão a US$ por onça troy. O Ouro estava propenso a encontrar apoio em US$ 1.771,20 e resistência em US$ 1.819,30. O Índice Dólar Futuros, que acompanha o desempenho do dólar norte-americano em comparação com a cesta das seis principais moedas, registrou ganhos 0,01% para negociação a US$ 95,998. Em outra parte da Comex, A Prata para entrega em Março registrou perdas 2,02% para negociação a US$ 22,355 por onça troy enquanto O Cobre para entrega em Março registrou perdas 0,76% para negociação a US$ 4,2475 por libra-peso. FONTE: Investing
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Ouro tem maior alta desde março após dado de inflação nos EUA.

14 de outubro de 2021
Os preços dos contratos do ouro para dezembro encerraram em alta de 2,01%, a US$ 1.794,70 a onça-troy na Comex da Bolsa de Nova York. O ouro encerrou a sessão em alta, no seu maior avanço diário desde março, após a divulgação de dados da inflação nos Estados Unidos indicarem um crescimento dos preços ligeiramente maior do que o projetado por economistas. Os preços dos contratos do ouro para dezembro encerraram em alta de 2,01%, a US$ 1.794,70 a onça-troy na Comex da Bolsa de Nova York. A alta diária é a maior desde 9 março deste ano, quando metal avançou 2,32%. Hoje pela manhã, os dados da inflação ainda em alta ajudaram a azedar parte do bom humor que havia pela manhã em Nova York, levando os investidores a buscarem refúgio na proteção do ouro. O índice cheio de preços ao consumidor em setembro nos EUA veio ligeiramente acima do esperado, fechando em avanço de 0,4% na relação com agosto e alta de 5,4% na base anual. A expectativa era de 0,3% e 5,3%, respectivamente. Após a divulgação dos dados, os rendimentos dos títulos do Tesouro americano de dez anos tiveram um soluço de alta, mas voltaram a cair e há pouco encontravam-se em 1,547%, de 1,581% da sessão anterior. O índice dólar DXY, que sofre com a inflação mais alta, perdia 0,21% antes das divulgação e há pouco operava com queda maior, de 0,42%, a 94,116 pontos. “A queda nos rendimentos [dos títulos do Tesouro] fez com que os preços do ouro subissem acentuadamente, em curso para seu maior ganho em um dia desde março, enquanto vimos ganhos igualmente fortes nos preços de outros metais preciosos, com o paládio subindo 5%”, escreveu em nota Michael Hewson, analista-chefe do CMC Markets. Há pouco, o cobre seguia em alta de 4,12%, a US$ 4,5035 a libra, enquanto a prata ganhava 2,76%, a 23,1300 a onça-troy. FONTE: Valor Investe
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Ouro fecha em alta, com apoio de juros longos dos Treasuries e de olho no Fed.

4 de agosto de 2021
O ouro fechou em leve alta nesta quarta-feira, impulsionado pela queda dos juros longos dos Treasuries. O movimento, porém, não teve tanta força, diante de sinalizações hawkish de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e indicadores fortes nos Estados Unidos, que fortaleceram o dólar ante rivais, tornando os contratos do metal mais caros a operadores que negociam com outras divisas. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega prevista para dezembro avançou 0,02%, a US$ 1.814,50 a onça-troy. Além da pressão do câmbio, a renda fixa também chegou a enfraquecer o ouro mais cedo, de acordo com o analista da Oanda Edward Moya. Os juros dos Treasuries subiram em resposta ao discurso do vice-presidente do Fed, Richard Clarida, e a leitura do Instituto para a Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) do índice de gerentes de compras do setor de serviços americano em julho. Os retornos voltaram ao território negativo, porém, dando suporte ao metal precioso. Durante evento do Peterson Institute, Clarida disse esperar que as condições para uma elevação dos juros nos EUA podem ser atingidas já no fim de 2022. O dirigente ainda afirmou que defenderá o início do “tapering”, como é chamado o processo de retirada gradual dos estímulos, ainda este ano, caso suas projeções para a economia do país se confirmem. Por fim, Clarida ainda projetou que os EUA chegarão ao chamado pleno emprego buscado pelo Fed até o fim do ano que vem. Nesta quarta, a ADP informou a abertura de 330 mil vagas no setor privado americano em julho, bem abaixo da estimativa de analistas. Para Moya, o ouro deve se consolidar um pouco abaixo da marca de US$ 1,8 mil antes do relatório de empregos (payroll) do mês passado, que será divulgado na próxima sexta-feira, 6. Somando-se aos comentários de Clarida, o presidente da distrital de St. Louis do Fed, James Bullard, reforçou a sua defesa pelo início do tapering já no último trimestre de 2021, com o fim das compras de bônus pelo BC americano no primeiro trimestre do ano seguinte. FONTE: Isto É Dinheiro
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Dólar vai abaixo de R$5,15 após crescimento acima do esperado da economia no 1° tri.

1 de junho de 2021
O dólar aprofundava as perdas contra o real nesta terça-feira, chegando a tocar mínimas desde o início de janeiro, após uma expansão acima do esperado da atividade econômica brasileira no primeiro trimestre elevar expectativas em torno de um cenário doméstico mais benigno. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta terça-feira mostraram que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,2% entre janeiro e março, terceiro trimestre seguido de ganhos e voltando ao patamar do quarto trimestre de 2019, período pré-pandemia. O resultado ficou acima da expectativa mostrada em pesquisa da Reuters de ganho de 1,0% no período, depois de expansão de 3,2% no quarto trimestre de 2020. Às 10h59, o dólar recuava 1,30%, a 5,1573 reais na venda. Na mínima do dia, o dólar caiu 1,51%, a 5,1465 reais na venda. O real tinha o melhor desempenho global nesta sessão. O dólar futuro caía 1,23%, para 5,1670 reais. Na mínima, tocou 5,1600 reais, menor patamar desde 4 de janeiro (5,1215 reais). Se continuar nesse caminho até o fim do pregão, a moeda norte-americana spot pode registrar seu menor nível para encerramento desde 21 de dezembro de 2020, quando fechou em 5,1232 reais. “Os números do PIB foram muito bons, e isso tem impacto na percepção dos investidores em relação à recuperação econômica do país”, disse à Reuters Mauriciano Cavalcante, diretor de câmbio da Ourominas. “Por isso (o dólar) já abriu nesse movimento de queda.” Ainda assim, ele ressaltou que não é apenas o Brasil que tem expectativas melhores sobre o desempenho da economia: “Estamos vendo também uma atividade considerável nos Estados Unidos, e isso pode levar os investidores a dúvidas sobre um possível aperto monetário no país.” Nas últimas semanas, o radar dos mercados globais tem sido dominado por temores inflacionários na maior economia do mundo. Na sexta-feira passada, dados norte-americanos mostraram que um importante indicador de preços registrou seu maior ganho anual desde 1992. Embora algumas autoridades do Fed tenham falado repetidamente que enxergam o pico inflacionário como temporário, outros formuladores de política monetária começaram a reconhecer que estão mais próximos de um debate sobre quando retirar parte de seu nível de apoio à economia. “Num cenário de redução de liquidez e alta de juros nos EUA, os investidores correriam para a economia com menos risco e rendimento mais elevado (em relação aos patamares atuais)”, explicou Cavalcante, destacando que esse movimento reduziria a busca por ativos de países emergentes. “Por isso, vamos ficar de olho nos dados norte-americanos desta semana.” Na sexta-feira, serão divulgados números importantes de emprego dos Estados Unidos. Para Marcos Weigt, chefe de tesouraria do Travelex Bank, apesar dos sinais de pressão inflacionária no exterior e ruídos políticos e fiscais domésticos, o “balanço de riscos para o mercado de câmbio doméstico ainda é positivo”. Levando em consideração “a forte alta das commodities, que é boa para nossa moeda, a perspectiva de alta de juros no Brasil” e o “atraso” do real em relação ao comportamento de outras divisas de mercados emergentes,
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Dólar amplia queda sob pressão de vendidos na Ptax e com exterior positivo

28 de maio de 2021
O dólar caiu um pouco mais, até mínima a R$ 5,2226 (baixa de 0,62%) no mercado à vista há pouco. O economista Sidnei Nehme, sócio-diretor da corretora NGO, avalia que interesses técnicos de investidores vendidos na taxa Ptax (apostaram na queda das cotações) ajudam a forçar a queda do dólar ante o real. Somado a isso, há a entrada de algum fluxo cambial e o cenário externo positivo, com altas das bolsas em Nova York e uma desaceleração do ganho da moeda americana ante pares principais e emergentes e ligadas a commodities durante a manhã. O dólar futuro para junho teve mínima a R$ 5,2215 (recuo de 0,34%). FONTE: Investing

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