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    OURO ATIVO FINANCEIRO

    Conheça as vantagens de comercializar Ouro com a confiança
    e experiência que a PARMETAL oferece para você.

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Competência, Agilidade e Confiança em operações com Ouro

A ``Parmetal DTVM`` é uma instituição financeira autorizada pelo Banco Central do Brasil (Bacen) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e é especializada na negociação de ouro ativo financeiro, sua principal atividade.

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Notícias e Artigos

Confira aqui as novidades e nossas avaliações sobre o que está acontecendo no mercado do ouro.
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Aplicações atreladas ao ouro têm picos históricos

19 de agosto de 2019
Por ser um ativo de segurança e com alta liquidez, governos fazem estoques de ouro como reserva de valor. O temor com a desaceleração econômica nos países ricos e cortes de juros nas principais economias do mundo fez o ouro negociado na bolsa se valorizar 28,6% em 2019. No mesmo período, o Ibovespa subiu 13,56%. Além de a maior demanda internacional por ouro, no Brasil, a valorização acumula o efeito da alta do dólar, que sobe 3,4% no ano. Isso porque os investimentos em contrato de ouro seguem a cotação internacional da onça troy (31,1035 gramas) na Bolsa de Chicago. A onça troy subiu 4,5% em duas semanas e está cotada a US$ 1.513 (R$ 6.052,00). Esse é o maior patamar desde 2013, quando o metal iniciou trajetória de queda após a máxima histórica em 2009, decorrente da crise financeira. Por ser um ativo de segurança e com alta liquidez (facilidade para vender), governos fazem estoques de ouro como reserva de valor. Em momentos de desaceleração global e inversão da curva de juros, que tendem a preceder recessões, os bancos centrais aumentam suas reservas como forma de proteção, para assegurar que poderão honrar seus compromissos financeiros. Esse movimento é um dos principais motivos da alta do metal. O outro é o aumento da procura de investidores por produtos atrelados ao ouro, com a queda global do rendimento da renda fixa. Investidores também recorreram a ETFs (Exchange Traded Fund) – fundo de investimento que segue um índice – ligados ao ouro e têm hoje mais aplicações nesses fundos do que o volume registrado na crise financeira. Já a posição em contratos futuros e de opções ligados ao ouro está na máxima desde 2005. O mercado financeiro de ouro é complexo, e a alta volatilidade (oscilações bruscas de preços) afasta o pequeno investidor. Fundos, no entanto, incluíram o metal em suas carteiras de investimentos, como contrapeso para as recentes quedas do mercado de ações. Para Ricardo Kazan, sócio e gestor da Novus Capital, o leque mais diversificado de fundos deve ajudar o mercado doméstico de ouro com maior volume de negócios, sem que o pequeno poupador tenha que negociar diretamente. De acordo com Sandra Blanco, consultora de investimentos da Órama, investimentos ligados ao ouro são recomendados apenas para quem tem perfil arrojado e é tolerante a perdas. Sandra recomenda ter, no máximo, 5% do dinheiro aplicado em ouro como forma de balancear o investimento em ações. O mesmo serve para o dólar, via fundo cambial ou contratos futuros. FONTE: Investing
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Investidores esperam um rali prolongado no Ouro, apesar de possíveis correções.

16 de agosto de 2019
Depois de vários anos de sinais falsos, os investidores do ouro não poderiam estar mais seguros de um rali no metal precioso do que agora. Procurado tanto em bons momentos – para uso em joias e outros artigos ornamentais – como em maus momentos – na condição de porto seguro contra problemas econômicos e políticos –, o ouro está tendo seu melhor ano desde que atingiu as máximas históricas há oito anos. Negociados em torno das máximas de seis anos acima de US$ 1.530 por onça, os contratos futuros de ouro na Comex, da Bolsa Mercantil de Nova York, valorizaram-se 17% no acumulado do ano, igualando os retornos de 2011 – ano em que cravou seu pico mais alto a US$ 1.911,60. Desde o início de agosto, o ouro se valorizou mais de 8%, ou mais de US$ 100, em meio a compras sustentadas de bancos centrais em resposta ao acirramento das tensões comerciais, a dados econômicos mundiais decepcionantes e, o mais importante, a uma inversão na curva de juros dos EUA, o que sinaliza uma recessão. Além das compras feitas por autoridades monetárias, o rali no ouro tem sido alimentado por movimentos especulativos de hedge funds e compras indiretas via fundos de ouro negociados em bolsa. Com isso, tanto o ouro futuro quanto o ouro spot da Comex, que reflete as negociações em lingotes, devem registrar sua terceira semana seguida de ganhos e o décimo primeiro avanço nas últimas treze semanas. Um rali sustentado tanto pelos fundamentos quanto pelos aspectos técnicos Os fortes fundamentos do ouro e o comportamento dos seus preços se refletem nos indicadores técnicos.O Indicador de Força Relativa do contrato futuro da Comex indica momentum na leitura mais alta desde o pico de 2011. Mas o que tudo isso significa para as máximas futuras no ouro? Alguns estrategistas, como Christopher Vecchio, analista de câmbio e metais preciosos, consideram que o ouro está vivendo seu melhor momento e pode percorrer novamente o caminho de oito anos atrás. Vecchio definiu um alvo superior a US$ 1,820 que, se for superado, pode abrir espaço para que o metal atinja seu recorde atual ou mesmo estabeleça um novo. O Investing.com indica “Forte Compra” para o ouro da Comex em sua Perspectiva Técnica Diária, projetando resistência em US$ 1.599,24 no curto prazo. Bancos centrais demandam mais ouro Em uma nota sobre metais preciosos nesta semana, o Bank of America Merrill Lynch (NYSE:BAC) afirmou que os bancos centrais ainda podem aumentar suas compras de ouro. O banco de investimento norte-americano afirmou: “Reconhecemos que o mercado de papel está bastante comprado, mas percebemos que as posses de ouro dos investidores, excluindo bancos centrais, medidas como porcentagem dos mercados de títulos globais, ainda continuam abaixo dos níveis vistos na década de 70: naquela época, as posses de ouro eram equivalentes a mais de 6% da capitalização do mercado de títulos, embora esse número seja agora menor do que a metade disso, a 2,7%.” “Por isso, se aumentarem as preocupações com a credibilidade do banco
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Ouro fecha em alta após China prometer retaliar tarifas dos EUA

15 de agosto de 2019
O ouro encerrou o pregão desta quinta-feira, 15, em alta, em meio à notícia de que a China vai retaliar as tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos a importações do país asiático. A notícia deu força à busca por segurança nos mercados internacionais, favorecendo as cotações do ouro. O ouro para dezembro negociado na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), avançou 0,22% para US$ 1.531,20 a onça-troy. As cotações do metal precioso já subiram 14,23% desde o último vale, em 16 de agosto de 2018, quando a onça-troy do ouro estava cotada a US$ 1.340,50. O Ministério das Finanças da China declarou que Pequim tomará “contramedidas necessárias” como resposta às tarifas impostas pelo presidente americano, Donald Trump, em 1º de agosto, sobre bens importados do país asiático. O Escritório do Representante Comercial (USTR, na sigla em inglês) dos EUA chegou a suspender a medida para alguns bens, enquanto prorrogou para dezembro a tarifação sobre outros produtos. Mesmo assim, o comunicado da pasta chinesa defende que os EUA violaram a trégua firmada entre os líderes das duas nações, no encontro do G20, ocorrido no final de junho, renovando tensões internacionais. Por outro lado, a porta-voz do Ministério de Relações Exteriores chinês, Hua Chunying, disse esperar que os EUA implementem o consenso firmado no G20, para que um acordo ocorra mediante “soluções mutuamente aceitáveis”, sinalizando uma postura mais aberta ao diálogo. A declaração de Chunying, todavia, não foi suficiente para afastar a cautela dos mercados. “O ouro e a prata são beneficiados pela aversão a risco significativamente maior entre os agentes do mercado”, afirmou Daniel Briesemann, analista do Commerzbank, em relatório divulgado a clientes. FONTE: Isto É
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Ouro, um ativo de respeito.

15 de agosto de 2019
Segundo especialistas, independentemente da época, o ouro deve ser um ativo a mais na cesta dos investidores. Toda vez que há ameaça de crise internacional, ele se valoriza. Foi assim na semana passada, com o recrudescimento da disputa comercial entre Estados Unidos e China. O grama do ouro chegou à marca de 48,27 dólares, nesta terça-feira (13), o maior valor em pelo menos seis anos. “Historicamente, sempre que há algum tipo de incerteza global, os investidores partem para o ouro, que consideram um porto seguro”, diz o assessor de Investimentos Eduardo Guergoleti, sócio proprietário da youp! Financial Group, credenciada à Guide Investimentos. Mas, na opinião do assessor, não é o caso de trocar outros investimentos pelo metal. “Até porque, após a tensão, o valor do ativo tende a cair.” O ouro, segundo Guergoleti, deve ser um ativo a mais na cesta dos investidores. “Ter uma diversificação em ouro é bom para o longo prazo”, conta. Ele alerta que “tem muita gente ganhando dinheiro” com o comportamento de manada que às vezes toma conta dos investidores. “É preciso tomar muito cuidado e não ir na maré dos outros.” Guergoleti afirma que há muito exagero no mercado financeiro. “Acham que vai haver uma guerra comercial e o mundo vai acabar. Não é assim.”   Segundo o economista Gabriel Vansolini, sócio da Bravus, credenciada à XP Investimentos, os investidores estão em “standy by” devido à crise entre China e Estados Unidos. “Tem gente preocupada, mas ainda não há orientação para mudar portfólio”, declara. Se a guerra comercial de fato acontecer, ele diz ser possível “tomar uma posição mais defensiva” com o ouro. Mas Vansolini não aposta nesta hipótese. “Não acho que o Trump (presidente Donald Trump, dos EUA) vai peitar a China. Não acho que ele queira ser lembrado como presidente de um mandato só. Acho que (a crise) vai ser resolvida em breve. Ele precisa da economia e do mercado financeiro funcionando para se reeleger.” Se Trump cumprir a promessa de taxar em 25% todo produto chinês, na opinião de Vansolini, a economia mundial irá “ao chão”. Assim como Guergoleti, o economista da Bravus indica o ouro como um dos ativos dentro de uma carteira diversificada, independentemente do cenário político-econômico. E ressalta que, para investir no metal, não é preciso adquiri-lo fisicamente. “Temos contratos futuros de ouro, fundos de investimentos lastreados em ouro, COEs (Certificados de Operações Estruturadas) com lastro em ouro e o ouro em si.” PEQUENOS INVESTIDORES Para Larissa Silva, gerente de Marketing da Parmetal DTVM (Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários), alocações em ouro, de 2% a 10% da carteira, podem proteger e melhorar o desempenho dos investimentos. “Cada vez mais pequenos investidores vêm apostando em ouro. Mesmo assim, o metal representa menos de 1% das alocações em ativos financeiros no Brasil”, afirma. Segundo a distribuidora, o valor do ouro move-se de forma independente dos demais ativos. “Nossa análise mostra que o ouro pode ser usado na carteira de investimentos para proteger o poder de compra global, reduzir a
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Ouro fecha no maior valor desde agosto de 2013, com maior aversão global a risco.

14 de agosto de 2019
O contrato futuro do ouro registrou o maior valor de fechamento desde agosto de 2013, após fechar na segunda-feira no maior nível desde setembro do mesmo ano, refletindo a intensificação do sentimento de aversão a risco que pressionou fortemente os mercados globais nesta quarta-feira, 14. O ouro para dezembro negociado na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), avançou 0,90% para US$ 1.527,80 a onça-troy. O movimento de busca por segurança foi acentuado hoje pela inversão da curva de juros dos Treasuries de dois e dez anos, registrada repetidas vezes ao longo da sessão de hoje. A queda dos rendimentos nas pontas longas abaixo das curtas representa historicamente um alerta de recessão e favorece a demanda por outros ativos seguros, como é o caso do ouro. O sentimento de aversão ao risco nos pregões já era acentuado nas últimas semanas por prolongadas tensões comerciais entre Estados Unidos e China, crise interna do governo italiano, escalada da violência entre governo e manifestantes em Hong Kong e aumento da percepção de risco de default da Argentina. Apesar da volatilidade dos preços nas sessões mais recentes, respondendo a sinalizações sobre a guerra comercial, especialistas acreditam que o cenário atual favorece a valorização do ouro no longo prazo. “As quedas de preço estão claramente sendo vistas como uma oportunidade para compra, o que aponta para um aumento dos preços no futuro”, avalia Carsten Fritsch, analista de metais preciosos do Commerzbank. FONTE: Isto É

Quero Comprar Ouro

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